Antes das férias:
Vou escrever todos os dias no blogue;
Vou criar novos layouts;
Vou actualizar o facebook da loja;
Vou acabar de pintar à mão os tops que vão para a loja;
Vou ler um livro;
Vou corrigir de uma vez por todas os erros da tese;
Vou ao ginásio todos os dias.
Último dia de férias, à noite:
Bem, vou ter de conciliar todos os anteriores com o trabalho.
Sobre Sócrates, sobre Cavaco e sobre séries
José Sócrates
1.ª nota: Um presidente a quem não se reconhece autoridade moral é coisa muito pouco honrosa. Em Downton Abbey, já teria apresentado demissão, porque o que parece é, por vezes, muito mais importante do que aquilo que se passa. E neste momento, parece-me que há alturas em que poderíamos bem voltar àqueles tempos. Em que a humilhação pública humilhava e criava escândalo suficiente para se querer ir para longe. Hoje, são só trocas de galhardetes que não nos ajudam a livrar dos Thomas* deste século.
*Thomas é uma personagem oportunista, pouco trabalhadora e matreira. Passa a história a contornar tudo e todos para atingir o seu maior objetivo: ocupar um cargo de muito destaque e muita aparência, em que possa mandar alguma coisa, e fazer muito pouco.
2.ª nota: Em Sócrates versus Passos, votei Sócrates. Hoje, voltaria a fazê-lo, e ainda mais indignada do que da última vez. Não que alguma das opções fosse boa, mas uma é claramente pior.
3.ª nota: Sócrates na RTP é a melhor decisão dos últimos tempos. Há muito tempo que não havia bom entretenimento num canal público.
4.ª nota: Com toda a mestria das palavras, discurso bem treinado e conversa da tanga à mistura, já era tempo de alguém vir dizer que o que hoje se passa não é apenas uma herança do último governo. Tampouco. É só pena que ninguém o ouça, porque o ódio ao mau da fita é generalizado desde o seu tempo como protagonista da história. E o homem é tão importante que nunca o mesmo discurso morreu.
5.ª nota: Mau trabalho dos entrevistadores.
3.ª nota: Sócrates na RTP é a melhor decisão dos últimos tempos. Há muito tempo que não havia bom entretenimento num canal público.
4.ª nota: Com toda a mestria das palavras, discurso bem treinado e conversa da tanga à mistura, já era tempo de alguém vir dizer que o que hoje se passa não é apenas uma herança do último governo. Tampouco. É só pena que ninguém o ouça, porque o ódio ao mau da fita é generalizado desde o seu tempo como protagonista da história. E o homem é tão importante que nunca o mesmo discurso morreu.
5.ª nota: Mau trabalho dos entrevistadores.
Segundas, sempre o mesmo
O dia ainda agora começou, mas há reunião dentro de poucos minutos e regresso a casa, logo a seguir, para ir buscar o computador que ficou na sala. Entretanto, o arrumador do costume diz que bati num carro no outro dia e ele presenciou. Até aqui tudo bem, não fosse eu não me lembrar de nada, não ter marcas nenhumas e ter muitas duvidas que tal se tenha passado. Ainda por coma, diz o homem, que avisou a vitima de que iria falar comigo porque 'de certeza' que eu pago. Até podia ser, se não achasse tudo uma grande treta. Bem vistas as coisas, vou de férias para a semana e a empresa muda de residência esta semana. Lá terei que voltar às voltas do metro.
Insónias laborais
Há duas semanas que não durmo. Passo a noite a acordar, lembrada de coisas que tenho para fazer e de todos os detalhes que não posso esquecer para que tudo corra conforme planeado. A chuva não ajuda. As gotas caem com tanta força que parecem pregos a bater na janela por cima da minha cama. Esta noite, ainda não eram 21 e já eu dormia profundamente. Está claro que foi sol se pouca dura. São 3 e o meu cérebro está preparado para trabalhar como se fossem 9 de segunda-feira. Tenho férias marcadas para a última semana do mês. Quando as decidi não teve nada a ver com noites mal dormidas ou necessidade de descanso. Agora, bem, agora acho que tudo na nossa vida se encaminha para onde tem de se encaminhar. Vale o que vale. às 3 da manhã. Mas é a minha quase epifania do dia. Ou será da noite?
Coisas que eu adoro e que não custam nada
Conduzir em estradas absolutamente vazias, com o carro quente de ter estado ao sol, apesar de ser um dia de inverno muito, muito frio.
E a luz. A luz destes dias.




