O tempo

Todos os anos é a mesma conversa:
Esta chuva que não passa! (Ou não vem)
O mau tempo que nunca mais acaba;
O verão que nem parece verão;
O calor que nunca mais chega;
A praia que está com uma ventania que não era suposto 'nesta altura';
O frio que continua;
As temperaturas que não são nada próprias da época;
O fartos do inverno que estamos;
As coisas que deixamos de fazer pelas más temperaturas;
E, a minha preferida, a do 'ano passado não era assim'.

Oh gente, vamos lá a ver se nos entendemos. Alterações climatéricas à parte, que são bem graves e que devemos ter cada vez mais consciência delas, o tempo não aquece por queixume. Tal como, quando no início de novembro do ano passado ainda se viam pessoas de t-shirt, o inverno não chega porque queremos mudar as roupas. Eu sei que é uma chatice (acreditem, eu acordo de noite com o barulho das chuvas na telha do meu quarto-sótão), e por mim estavam quarenta graus o ano inteiro e não se falava mais nisso. Mas todos sabemos que é impossível agradar a gregos e a troianos, tal como sabemos que assim que a temperatura aumentar cinco graus já vai haver quem por aí se queixe de que não é calor que se aguente.

Não vale a pena os amuos com o S. Pedro. Ele também não nos diz como fazer o nosso trabalho em altura de crise, e talvez até devesse. Era troca por troca, Pedro por Pedro, e talvez funcionasse.

E quando acordar já é quinta

Amanhã chega o computador novo, que já deu entrada em Portugal. Teoricamente, o site da transportadora diz que a encomenda já foi entregue esta tarde no meu local de trabalho, mas visto que eu estava a trabalhar às horas indicadas, estou a fazer figas para que seja um erro. Com a minha tendência para estas coisas, preparada já estou! Assim sendo, e voltando ao pensamento positivo, amanhã volto a ter computador, depois de uma longa espera que tece inicio em Novembro. Amanhã, este blogue já recebe posts não escritos num telemóvel; o que, para vocês pode não fazer diferença absolutamente nenhuma, mas para mim significa um regresso mãos rápido e descontraído ao mundo dos teclados de verdade.

E agora é hora de dormir que amanhã há spinning às 7h15. A roupa já está preparada e as refeições planeadas (fiz uma salada de mozzarela e morangos que deve estar de comer e de chorar por mais - modéstia à parte, claro)!

O veredicto

E pronto, não foi assim tão mau. Que estou em baixo de forma já eu sabia, a falta de resistência também não foi novidade, ou sequer a vergonha que é a minha total ausência de força nos braços. As proteínas estão boas, minerais também, e a água e a massa muscular ultrapassam os máximos. A tensão mantém-se baixinha. Fora isso, descobri que a força que eu tinha na barriga (a sério que ainda há dois anos fazia abdominais perfeitinhos) morreu.

Agora é bola para a frente.
E pode ser mesmo, que posso levar comigo para o ténis quem eu quiser!
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