Boas festas


Por agora tudo tranquilo: Já fui ao supermercado - que estava caótico - , já fiz os doces e já voltei a arrumar a cozinha. Os presentes foram todos embrulhados ontem e não há compras de última hora. Davam jeito umas duas folhinhas de gelatina transparente, para fazer a serradura dos olhos da minha irmã, mas agora nada feito que só um louco voltaria às caixas de pagamento. Ainda assim, e porque sei o que a casa gasta, o "Feliz Natal" vai já, que se deixo para mais tarde não há como o riscar da lista de tarefas a fazer. Que seja uma noite calorosa, de alegria e em família para todos!

Tchan, tchan, tchan, tchan...!


E ontem esqueci-me de vir aqui dar os parabéns à Mónica Seabra Dourado Eusébio, a vencedora do novo Shopping Cooler 15L Ethnic da Campingaz:

# 13 Em alto e bom som | Made in Portugal

Não sendo exclusivas do mês de dezembro (e ainda bem), foi nesta altura que as descobri, pelo que podem perfeitamente inserir-se na rubrica. E sou tão viciada em ambas que enjoa qualquer um à volta:

 Mesa mais uma vez em grande. Adoro as letras!

 Esta descobri hoje mesmo, e tem sido o dia inteiro nisto. Eu sempre gostei da miúda nos Ídolos.

Quando é que já chega?

Às vezes, a desilusão maior é perceber que sempre soubemos que nos iríamos desiludir. É acreditar que não acreditámos em nós, mesmo quando cada pedaço do nosso corpo gritava para se fazer ouvir. Num trabalho, numa relação ou em determinado momento da nossa vida, é virar as costas a um instinto, a algo que nos diz, insistentemente, que não vai resultar. E nós, teimosos como quase sempre, insistimos de volta e fechamos os olhos ao que estamos a ver. É aquela situação em que sabemos exactamente o resultado final, desde o início, e mesmo assim, mesmo quando caminhamos a passos largos para o verificar, chamamos-lhe de "teste" ou de "última oportunidade", porque há sempre uma pequena esperança que não admitimos, nem percebemos ser maior do que qualquer certeza que já tenhamos. Porque, apesar de tudo, e lamentando toda a inércia e vontade de permanecer no desconhecimento - o ignorante é sempre mais feliz -, o português é um idealista de cabeça sonhadora, que o recusa racionalmente, mas que não sabe viver de outra forma. Há uma crença permanente num futuro melhor, que não o torna positivo, pelo contrário, mas que também não o faz agir. É um ficar à espera característico de quem não tem coragem para admitir que assim já não vai lá, porque no fundo se quer que vá. Mas e para onde vai o querer, quando tudo o que fazemos é dizer que queremos?
 
A desilusão maior é perceber que ignorámos o que sabíamos, não porque não soubéssemos ser verdade, mas porque o sofrimento só viria no fim. Quantos entretantos se perderiam com essa antecipação? Descobrir que estamos certos acerca do que pensamos sobre um trabalho, uma relação, determinado momento da nossa vida ou mesmo do país, não é um prémio; é quase sempre um fardo com que ainda não aprendemos a lidar.

Já vocês...


Têm até amanhã, isso mesmo: só até amanhã, para participar no mais incrível, fantástico e único passatempo que este blogue alguma vez viu e ganharem o novo Shopping Cooler 15L Ethnic da Campingaz. E é tão fácil que até enerva:
1. Seguir: Ser fã da página de Facebook da Campingaz: http://pt-br.facebook.com/campingazpt e seguidor deste blogue;
2. Comentar: Para uma inscrição imediata, deixar um comentário com o nome, nome de fã no Facebook e nome de seguidor no blogue (caso sejam diferentes) neste post!;
3. Esperar: O vencedor será encontrado via random.org e anunciado por aqui e no Facebook  já na próxima segunda-feira.

Razões para eu não estar a gostar assim tanto do mês de Dezembro

                                                            Leighton Meester

Ok, eu sei que pode isto parecer contraditório e que há por aqui vários dias em falta (sendo que a penúltima atualização já era batota). Mas reparem na minha vida:

1. É dia 17 e ainda não fiz a árvore de que tanto gosto. Cá em casa, ninguém parece ter dado conta;
2. O meu portátil foi para arranjar há um mês. Voltou com a mesma avaria e ainda o partiram pelo caminho. Agora pedem-me mais trinta dias de espera.
3. E o melhor para o fim: O jantar de Natal da empresa terminou com o meu carro bloqueado e um pagamento de 121€. Acreditem quando digo que me sinto doente.

Boas festas!

# 12 A árvore


A árvore, as luzes, as caixas que estavam fechadas e a manhã ou tarde que se tira para deixar tudo perfeito. Adoro todo o processo de montagem, que tipicamente deve ser feita de pijama e pantufas, leite numa mão e bolachas noutra. Não tudo ao mesmo tempo, que pode dar asneira, mas assim intercalando os momentos, a boa disposição e os ingredientes, o resultado não pode se não ser positivo. E olhem que eu presenciei, este ano, a montagem de uma das árvores de Natal mais feias alguma vez vistas, e ainda assim, cada vez que a vejo piscar, dá-me vontade de sorrir.

#7, 8, 9, 10 e 11 Beijinhos

                                                                                           Amanda Seyfried

Podia dizer-vos que este é um motivo tão, mas tão bom, que vale por cinco. A verdade é, que ainda que assim o seja, só o apregoo porque me ajuda a preencher os espaços que tenho deixado em branco. Estou em falta com as razões para sorrir em Dezembro, para com vocês e para comigo. 2011 tem sido, sobretudo, um ano de mudança, e nem todas se digerem de igual forma. Falo muito pouco de como tudo me vai mudando, pedaço a pedaço, e quando o faço é por via indirecta, pela via do massacre tendencioso e sem razão de ser, que é como quem diz, pela via do desconto na pessoa mais próxima. É por isso que quando me falham, me falha também o chão, por mais egoísta que possa a perspectiva parecer. Dezembro é um mês a quem tenho muito carinho porque me traz boas memórias mas, essencialmente, porque me faz querer criar novas, melhores ainda. Este ano queria apenas poder apagar muita coisa, muita coisa má que aconteceu e que não deveria ter acontecido, nem com a minha família, nem com os meus amigos, nem na minha vida e nem no meu país. Provavelmente, com um ou outro contorno diferente, esta será também, mais ou menos, a vossa história. E se assim o for, esta será ainda, mais ou menos, a altura ideal para começarem a pensar no que vos faz rir, neste ou em qualquer outro mês. Com ou sem Natal, com ou sem tradição, com ou sem ritual, é importante que nos lembremos do que nos faz bem, e que nos afastemos de tudo aquilo que, por um motivo ou outro, nos possa fazer ser, um bocadinho que seja, menos felizes.

Beijinhos de côco (cerca de 40 unidades):
Lamento a ausência de foto, mas perdi o cartão de memória da máquina. Ver aqui (igualitos)
- Uma lata de leite condensado
- Uma gema de ovo (opcional - para quem gostar do bolo mais húmido)
- 100 gramas de côco
- 50 gramas de amêndoa ralada
- Uma colher de sopa de essência de baunilha
- 4 pacotes (dos do café) de açúcar

Para a cobertura: + 50 gramas de côco

Misturar a gema com o açúcar a baunilha. Assim que se obtiver uma textura cremosa, juntar o leite condensado. Envolver os ingredientes secos (côco e amendoa) e bater tudo devagar, deixando que se formem bolhas de ar. Quando homogénea, levar a massa a lume brando e deixar até ficar bem quente (cuidado para não queimar, ir mexendo sempre). Retirar do lume e deixar esfriar à temperatura ambiente. O ideal é que permaneça depois, pelo menos uma hora, no frigorífico. Passado esse tempo, colocar a mão na massa e fazer pequenas bolas para passar no côco ralado (há quem passe também em açúcar ou em chocolate em pó).

Eu coloco uma pedrinha prateada por cima, só para ficarem mais charmosos. Depois de tudo, voltar ao frio: quanto mais frescos, melhor. Importante: Servir quando bem apetecer e dividir um beijinho com quem mais se gosta.

Carta aberta


Há muitas coisas que eu gostava de te conseguir explicar de outra forma. Bem sei que não sou de feitio fácil e que nem sempre a minha cabeça parece fazer sentido. Tenho tantas pontas soltas e arestas por limar que, supondo que é normal e que toda a gente sofre do mesmo, dou por mim a pensar em quantos de nós viverão tempo suficiente para unir todos os cacos e construir linhas direitas. Preocupa-me que nunca vás perceber o que penso ou compreender o que realmente sinto. Dou por mim de volta dos botões, perdida em pensamentos que me aconselham a recuar, a respirar fundo e a assumir que, fale a língua que falar, vou sempre dizê-lo em chinês. Queria um meio perfeito, que o início passou ao tempo, e o fim deixa de ser altura para cá estar a ver. E pois que sei que a perfeição não existe, não me azucrinem o juízo com a conversa, porque a impossibilidade não é suficiente para reduzir o desejo. Para ser franca, incomoda-me o sentimento de mediocridade que assumimos perante quase tudo na vida. Dos que não dão aos que não podem ser de outra forma, passando pelos habitua-te e conforma-te desta existência, vê-se um pouco de tudo e, sem sabermos bem como, acabamos envolvidos em círculos que o vivem. É grave. Porque é que a perfeição não existe? E se não existe porque falamos dela? Não é como se fosse uma entidade divina que não vemos mas que há quem diga estar por cá. É só um conceito, um ideal comparativo para o qual somos formatados. Mas o gelado é perfeito, o vestido é perfeito, o fim-de-tarde é perfeito, o fato assentou perfeitamente, e ela esteve perfeita a representar. E a perfeição não existe.

Sei que me perco entre o que te digo. Caramba, mas digo-te sempre o mesmo. Não estará já na altura? É tempo de começarmos a ouvir. Quando é que passámos só a querer falar? Faço-o desde sempre, não consigo apontar um começo. Falo porque nunca falaste, porque me enerva o silêncio de quem deixou de querer saber o que responder. É feitio, meu e teu, e de todos nós. O mundo anda às turras. De há um tempo para cá, decidiu-se que o único espectro possível de vida seria o oposto ao da perfeição, daquela que de tanto não existir deixou de ser. É nisso que acreditas? Que só podemos estar numa ou noutra ponta? Não te vou falar dos diferentes tons de cinzento, também é argumento que descarto. As minhas decisões não vêm em palete de cores. Há bom e mau, e isto, seja lá o que for, bom não é.

Há coisas que eu gostava mesmo de te conseguir dizer, mas existem demasiadas palavras. Já pensaste em ser simples quando sentes tudo ao mesmo tempo? O sangue quente e a cara vermelha. Os olhos a querer fechar e o cansaço da mesma história. A lágrima, que já nem sabes dizer se é fria ou porque cai. A garganta seca e o arrepio nos braços. Esperança e desilusão.Não percebo porque assusta a estrutura frásica que não segue sujeito, verbo e complemento directo. Ainda é assim que se chamam? Não sei ser simples, nunca fui. Por isso não me peças para dizer "o meu problema é...", porque eu nunca irei encontrar só um.

#6 Disney a baixo custo

Não sei se já tiveram oportunidade de passar por uma H&M recentemente mas, mesmo para mim que não sou super fã da marca, é impossível não reparar nos mimos que por lá pairam, na secção de cosmética. Ainda por cima com a silhueta da Minnie. Achei as embalagens um amor e não resisti a trazer um frasquinho de perfume para casa - se pudermos chamar perfume a meio dedo de líquido. É assim, paga-se pouco, tem-se pouco. Porém, consegue-se o suficiente para alegrar a vista e fazer as delícias de alguém. Por isso, e em sintonia com qualquer carteira, segue a minha selecção dos 3 melhores para este Natal (experimentem, por exemplo, fazer um conjunto para uma troca de presentes estilo "amigo secreto"):

Verniz vermelho, que é como se quer para nos alegrar os dias: 1,95€

Bálsamo para os lábios. Eu, viciada me confesso: 2,95€

Prática e gira: 4,95€

#5 Campingaz no sapatinho

                                                                                                               Nina Dobrev

E como o prometido é devido, hoje é mais um dia de fazer felizes os melhores leitores do mundo. É por isso que a quinta razão para sorrir em Dezembro, é também o primeiro passatempo deste espaço. E logo um com um prémio daqueles que, para além de ser giro à brava, é do mais útil que há. Já conhecem o novo Shopping Cooler 15L Ethnic da Campingaz? Pois que bem me parecia que se não fosse eu a dar-vos as novidades continuariam para aí a ir de tupperware embrulhado em saco de plástico para o emprego - o que é, exactamente, e quase sempre, o que eu faço para transportar o meu almoço. Um perfeito disparate, quando existem alternativas tão melhores. O ideal é apostar num material de transporte duradouro e de qualidade, de preferência térmico, como este Shopping Cooler. Para além de conseguirmos acondicionar os alimentos de forma mais adequada e, no meu caso, protegê-los mais activamente das pancadas e empurrões sofridos no metro, deixamos os sacos e saquinhos em casa e trocamo-los por algo muito mais prático:
Para participar:

1. Seguir: Ser fã da página de Facebook da Campingaz: http://pt-br.facebook.com/campingazpt e seguidor deste blogue
2. Comentar: Para uma inscrição imediata, deixar um comentário com o nome, nome de fã no Facebook e nome de seguidor no blogue (caso sejam diferentes)
3. Esperar: O vencedor será encontrado via random.org e anunciado por aqui e no Facebook a 18 de Dezembro. 

#4 Tilintares

                                                                                                     Mariah Carey

Adoro músicas de Natal. Aliás, tudo o que, ao longo do ano, tenha sinos, notas mais agudas de piano, flautas encantadas e todo o género de tilintares existentes, é suficiente para me fazer sorrir. Ouço, repito e volto a ouvir os mesmos sons. Fico feliz, bem-disposta e passo a vida nos titirititis. Provavelmente, e tentando uma análise pseudo-psicológica superficial - de quem nada percebe do assunto mas que, como qualquer bom Português, vai falar do que não conhece -, faz-me lembrar a infância e todos os momentos de pura alegria vividos na época. Ora, as músicas de Natal são particularmente ricas nestes sons e, portanto, nestes sentimentos positivos. 

Sábado atravessei a rua principal cá da zona com as janelas do carro abertas e a Mariah Carey a cantar All I Want For Christmas is You, em alta e boa voz. Os enfeites brilhavam e iluminavam a noite, e as pessoas, surpreendidas com a barulheira, acabavam por esboçar o meu mesmo sorriso. Na volta, recordavam também os seus tempos de pequenos. 

#3 Poupança em tempo de compras



As lojas começam, um pouco por todo o lado e, sobretudo, nos centros comerciais, a fazer grandes promoções. Não é preciso andarmos muito para descobrirmos um letreiro que alerta para 50% em alguns produtos. Está certo que a escolha não é a mesma ou tão variada quanto nos saldos, mas já são amostras consideráveis. Ontem, quando espreitei a Zara, já havia etiquetas com novos preços marcados a vermelho, a registarem promoções que começam antes do tempo.O truque será esperar até 26/27 de Dezembro: passa o Natal e desce o preço. Contudo, e para aqueles que precisam de alguma coisa para já, ou que querem poupar uns trocos nos presentes a oferecer, a procura por pequenos negócios da China pode dar resultado. A Blanco, por exemplo, está a fazer, até hoje, 50% de desconto na compra de um segundo artigo. Façam uma lista do que precisam e pretendem comprar, e saiam à rua com disponibilidade para espreitar, voltar atrás, procurar e perder algum tempo na descoberta das melhores aquisições. 

Bom fim-de-semana!

#2 Espírito Natalício


Há pouco menos de duas horas, tinha um bando de polícias à minha porta. Uma monstruosidade de uma operação stop. E eu lá saí, como quem não quer a coisa, devagarinho com o carro para não atrair atenções. Voltei, bastante tempo depois, e quase, quase, a chegar a casa, sou mandada parar. 

Boa noite senhora condutora!
(sorriso amarelo meu)
Pode encostar ali à frente para falarmos das suas luzes? Vai aí com essas pequenas ligadas. 
(são luzes de presença senhor, para quê tanta coisa?)
...Vai com as pequenas e não liga os médios. E de noite!
(ups). Tem toda a razão, senhor guarda. É que comprei o carro a semana passada, e ainda não me habituei (verdade, verdadinha).
Ah, pronto, se é assim! (sem pingo de ironia). Mas veja lá, para a próxima tenha cuidado. Sabe quanto é a multa? 60€. Não sabia, pois não? 
Não, não sabia. Mas eu moro já, já aqui. Não se preocupe, e obrigada!
Está bem, está bem. Ligue lá as luzes que eu não digo nada.

Não só em Dezembro há gente simpática, mas é um mês como todos os outros para pararmos de reclamar e sermos mais tolerantes uns com os outros. E é tão bom quando isso acontece!

#1 Transferência solidária


Fora Maio, por razões óbvias de aniversário, Dezembro é o meu mês preferido em todo o ano. Já sei que o Natal é uma hipocrisia e que a Passagem de Ano não serve para nada. Que se de há-de fazer? Ainda não vou em modas e dou para os lados do contra: continuo a gostar e - imagine-se - a dizer que gosto. É por isso que, no que resta de 2011, estou decidida a passar por aqui nos próximos 31 dias com 31 razões para sorrirem, ou fazerem sorrir, em Dezembro. Ainda não sei bem como o irei fazer, já que o meu portátil não dá sinais de vida e sabe-se lá quando irá dar, mas estou disposta a assaltar os computadores de terceiros, sempre que possível, só para aqui dar um saltinho. 

Hoje, e porque não poderia deixar de ser, já que ontem foi fim do mês, e se é para falar de dinheiro, que seja agora; vou contar-vos o que faço com a maioria das minhas casas decimais, ao longo do ano. Não é algo novo, e acredito que a maioria de vocês já conheça, mas é uma das melhores e mais imediatas formas de ajudar, sem exigir qualquer tipo de alteração nas nossas rotinas. Esta é a primeira desculpa a cair, a do "quero dar mais, mas não tenho tempo". É claro que poderá não ser tão compensador como ir aos espaços e ver para onde vai o nosso dinheiro. Todavia, o propósito final é cumprido e, acreditem, é quem dele beneficia que se deve sentir bem. E esta é a segunda desculpa a cair, "não dou porque não sei para onde vai". Vai para instituições que o gerem, que dele necessitam e que com ele podem mudar a vida de alguém.

Ora então, falemos do "Ser solidário". Eu sou um bocadinho solidária, por esta via, todos os meses, de uma forma que de tão pouco que custa eu nem noto. É simples: todas as semanas vão ao multibanco e espreitem a vossa conta. Eu faço-o à sexta-feira. É muito raro, muito, muito raro, encontrarem um número redondo no vosso saldo disponível. Creio que em dois anos me aconteceu pouco mais de duas vezes. Por isso, sempre que os dois últimos não sejam zeros, agarrem nos cêntimos depois da vírgula e transfiram-nos para uma organização à vossa escolha (em transferências - ser solidário). É muito pouco de cada vez,  e mais do que pensamos ao fim de um ano. Imaginem só se todos fizéssemos o mesmo. Nem se dá pela falta. E pois que sei que era melhor se fosse aos euros e às dezenas, mas se nos comprometermos, rigorosamente e todas as semanas, com os cêntimos, já fazemos mais do que quem nada faz.

Dezembro começa com um sorriso para os outros. Amanhã continua, com um sorriso para vocês. 
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