E de música, saltos altos e verniz cor-de-rosa choque.
Sabe a Verão
Passo o ano inteiro à espera destes meses para andar de chinelo de dedo no pé, vestir novamente os tops giros e os vestidos que não pedem leggins ou collants. São suspiros contínuos em Novembro, Dezembro, Janeiro, Fevereiro e até em Março pelo calor, pelo sol, pelos dias compridos que me deixam chegar a casa ainda com luz. Sou fã da praia, da piscina, da areia e dos bikinis; da pele morena. Das bebidas frescas, dos gelados, da música animada e das pessoas mais bem disposta (eu fico, vocês não)? Mas, mais do que tudo, enquanto chove e eu vivo enfiada em casa, debaixo de cobertores e a papar filmes aos domingos, sinto falta das melancias. Provavelmente porque me sabe a pequenos pedaços de céu qualquer coisa fresca e doce que me passe pela garganta. E a melancia é tudo isso. E faz-me tanta falta nesses meses todos! É ela e os mini-milks. Há dias em que sou capaz de matar um.
Tão, mas tão gira
Amy Zimmer
Perdeu aproximadamente 63 kg, sendo que mais de metade foram abatidos fora da casa. Sou só eu a achar que ficou giríssima? Ontem, dizia uma delas - não me lembro bem quem - que tinha quase 300 kg quando entrou para o concurso e que esse é um daqueles pesos a que se chega e se estagna, porque se acredita piamente ser impossível de perder. E depois, entram para um programa de TV*, no qual o impossível deixa de o ser e perdem, em pouco mais de três meses, mais do que em toda a vida. Vão lá com muito suor, queixinhas e comidinha saudável. Mas nada se faria sem uma boa dose de força de vontade. É que é preciso querer, e querer muito, para fazermos alguma coisa da nossa vida. Seja perder peso, vingar na carreira ou acertar a nossa vida pessoal.
*The Biggest Loser, Sic Mulher
E este também vai marchar...
Porque as críticas e reticências ao cinema nacional tão depressa crescem como morrem. Porque gostei de uns, embora tenha criado ódios de estimação por outros. Mas, e sobretudo, porque tento sempre ver antes de atirar a pedra. E este é assinado por Fernando Fragata. E foi comentado pelo Feio. Parecem-me razões de peso para marcar lugar na plateia. Quanto mais não seja, em homenagem às palavras do último.
Eat, pray, love? Check!
Depois de tanto ouvir falar, rendi-me. Passei na feira do livro, na estação do oriente, e trouxe-o para casa por 7€. Esse, e mais uns quantos. Estou mortinha por começar a ler. E, se for tão bom quanto dizem, no fim corro para a sala de cinema mais próxima.
Constatação de sexta-feira
Estou viciada no Dolce Vita. Só não dei lá um pulinho hoje, depois do trabalho, porque estava na reserva e não me apeteceu pôr gasolina. Num destes dias apareci no escritório vestida de Blanco dos pés à cabeça. Incluindo acessórios. E malas. Até as sandálias, dear god.
E eu sou poupadinha, a sério que sim. Por cada dez vezes que lá vou, gasto dinheiro uma. Mas gosto tanto de passear pelos corredores largos, parar na starbucks e começar a fazer planos sobre as coisas que quero comprar nesse mês - uma lista restrita, que juízo ainda tenho. Ainda assim, uma lista que existe e é renovada mensalmente desde o dia em que o centro abriu.
Acabou.
A partir de hoje, entrei em modo de desintoxicação.
Bla, bla..boom!!
Dane Cook e Jessica Alba em Good Luck Chuck
Não sou muito de desafios: a maior parte das vezes esqueço-me de lhes dar seguimento e quando dou por ela já passou tanto tempo que nem faz sentido responder-lhes. É mais distracção aguda do que qualquer outra coisa. Há-os engraçados, divertidos e que nos deixam realmente com vontade de responder. Há. Mas são raros. Os "desafios" começam a banalizar-se no mundo dos blogs tal como aconteceu nas caixas de correio electrónico há uns tempos, com os fowards indetermináveis de e-mails que nos trazem powerpoints com florzinhas e ameaçam destruir-nos a vida se não os reencaminharmos para 5000 pessoas naquele exacto momento.
Todavia, o Ricardo, do Bla, Bla...Blog? lembrou-se de uma coisa gira. Eu, pelo menos, achei-lhe piada, porque me deixou a pensar. E, por isso, por muito tempo que já tenha passado desde o dia em que me desafiou, eu não me esqueci. Hoje andei a varrer-lhe o blog (pelo meio fui rindo com os posts) e cheguei onde queria:
"O desafio inerente a este selo é simples.
1. mostrar o selo;
2. escolher 5 pessoas a quem dar o selo;
2. escolher 5 pessoas a quem dar o selo;
3. Como o selo é um balão de fala... olha quero que sejam imaginativos e digam no vosso blog "qual seria o motivo mais provável para irem parar ás bocas do mundo?". Acham que iam ser falados por fazer o pino um mês seguido? por assaltar bancos vestidos de sailor moon? sejam imaginativos! xD"
Eis a minha - nada ponderada - resposta: Há pouco menos de um mês ia a desviar o cabelo da cara enquanto andava e falava. Quando dei por mim, bati contra um poste. Os meus irmãos não se cansam de contar que, numa vida não muito distante, ao lavar as mãos antes de dormir, optei pela pasta de dentes em vez do sabonete na pele, e pelo contrário na escova (não sabe bem). Os meus colegas de trabalho, nomeadamente, o que passa o dia a trabalhar à minha frente, acha que sou uma pessoa estranha porque as situações supracitadas me acontecem frequentemente. Tanto que, segundo ele, e mais meia dúzia de pessoas que me aturam repetidamente, me poderia tornar num caso de estudo. A minha mãe, a minha própria mãe, acha que sempre que algo se estraga em minha casa sou eu que tenho a culpa. Digamos que tem razão apenas cerca de 90% das vezes. Tropeço e caio sempre em sítios públicos. Dou uns soluços - às vezes tão altos - que costumam assustar as pessoas. Não há quem veja Good Luck Chuck comigo por perto e não teça paralelismos entre a personagem interpretada por Jessica Alba e a minha pessoa (ver aqui).
Como tal, penso realmente que, no fundo, nada mais do que aquilo já faço no meu dia-a-dia, com toda a naturalidade e alegria que me são inerentes, me faria ir parar às bocas do mundo. Não é necessário qualquer tipo de esforço para que as coisas mais estranhas me aconteçam - a mim, e ao carro, que insiste em ficar sem travões mesmo quando na oficina dizem que está óptimo, e em acender a luz da reserva quando tem o depósito cheio.
Bastava uma câmara na minha vida e estava feito. Era a logo a Cherry nas bocas do mundo.
Ponto da Situação
Scarlett Johansson
A expressão "ponto da situação" traumatizou-me. Venha de que boca vier, seja proferida com mais ou menos carinho, é um conjunto de palavras que me assusta. Lembra-me estágios de meter medo ao susto e chefes que mais pareciam monstros das bolachas enfurecidos. Contudo, hoje acordei numa de superar os meus maiores receios. Tendo em conta que pretendo manter a inimizade com caracóis e que ainda não é desta que salto do cume de uma montanha (nem chego lá acima, para não ter que olhar para baixo), optei por pronunciar, escrever e até dizer em voz alta "ponto da situação". Até porque, e sobretudo por isso, este blog está a precisar de algo do género.
Compreendo que muito tenham notado a minha ausência, e embora gostasse de vir para aqui culpar estes e aqueles, a coisa é apenas devida à preguicite aguda que de mim se apoderou. Pois que chego a casa e só me apetece ligar o ar condicionado e escarrapachar-me no sofá a ver televisão, mesmo assim à lontra. Tem sido uma semana disto. E um fim-de-semana de reencontros e despedidas pelo meio, também. Mas vamos ao que interessa:
1. Este blog fez um ano na passada sexta-feira (23).
2. Vi ontem o Projecto Moda (esqueci-me de que estreava domingo e tive que recorrer à qualidade excepcional do vídeo que colocaram no site oficial). Numa palavra: mau. Os concorrentes provocam-me arrepios e creio que têm boas hipóteses de se vir a tornar na minha próxima fobia. A Nayma, parecia uma múmia - gira, muito gira - mas uma múmia.
3. A minha candidatura ao mestrado foi aceite.
A modos que é isto.
Moral da história: estamos todos de parabéns, menos a nova aposta da RTP.
Mas porque é que os homens nunca dizem o que realmente querem?
Ryan Reynolds e Sandra Bullock
Ou é porque nos queriam fazer a vontade, ou é porque era "para o nosso bem", ou mesmo - e a mais real - porque lhes dava menos trabalho. Enrolam, embrulham, engonham e não dizem. Partem um prato e preferem colar os bocadinhos e fazer uma cara de espantados quando descobrimos o que aconteceu do que alguma vez admitir que o fizeram. Quando dão por ela, já não conseguem voltar atrás; a tanga vai tão grande que mais parece que partiram o serviço inteiro. Ou então fingem que não foi nada com eles. "O quê? Falta um prato? Tens a certeza? Não dei por nada". E andam nisto, com o ar mais inocente do mundo. Não sei se realmente não percebem que topamos logo, ou se preferem agir como se não tivessem percebido. Entre as duas, venha o diabo e escolha.
O cabelo cresce, as roupas mudam, ficam mais altos, arranjam trabalho e até parecem senhores, quando nos cruzamos com algum na rua. É mera ilusão: lá dentro continua tudo a funcionar exactamente como quando tinham 5 anos. A cama é para deixar sempre por fazer, a barba que aguente o que aguentar (que é como quem diz: até algum ser do espécime feminino começar a resmungar) e as preocupações são coisa de mulher stressada (o que na cabeça deles equivale a todas).
Portanto, e para que fique esclarecido, é muito mais fácil, mais simples e confortável dizer que sim a uma mulher do que parar, formular uma frase e explicar o que realmente lhes apetece. Para opinar e escolher o filme de pancadaria em cartaz no cinema, estão sempre prontos. Aí não há quem os pare: "ai porque quero", "ai porque estou farto de ir contigo ver os cor-de-rosa", "ai porque estes é que são giros com homens que voam, motas e/ou sangue". Agora, para dizerem coisas que realmente importam, para fazerem disso, para fazerem disso é preciso espreme-los. Às vezes desembucham depois de conversa de good cop. Outras é preciso pregar-lhes um valente raspanete. É conforme os dias e o nosso humor, mais do que as suas necessidades. E era tudo tão mais fácil, mais simples e confortável se tivessem contado do prato partido desde o início. É coisa a que não se liga, ou coisa que passa depois de um mini-drama, vá. Já tudo o que vem de acrescento é coisa que me intriga, e que, dependendo dos dias, me pode tirar do sério.
Se nós é que somos complicadas, porque é que eles escolhem os caminhos mais difíceis? A lógica da preguiça de contar a verdade, do medo de admitir ou da teoria do "evito chatices acima de tudo" só as cria/ amplia. É que se estendermos esta conversa de cozinha a tudo o resto, que na realidade ninguém aqui quer saber de pratos, ou serviços, posso afirmar, com toda a segurança, que poucas coisas me fariam mais feliz do que doses bem aviadas de verdades, daquelas directas e nestes casos. Porque, no fundo, e embora eu quisesse as coisas de uma maneira, percebi desde o início as razões da segunda opção, e percebi também que ele as preferia. E se é assim, porque é que tenho de ser eu a puxar o assunto?
Tenho uma queda para os rejeitados (?)
Robert Pattinson e Taylor Lautner
Não acho a mínima piada ao Robert Pattinson em geral, e ao Edward* em especial. Tem um sorriso bonito e pronto. Todos os suspiros e exclamações pirosas quando a mulherada o vê cheio de pó-de-arroz e rímel numa sala de cinema fazem-me dar voltas na cadeira. Em oposição, sou 100% Jacob Team. Adoro o bronze, a sinceridade, o sorriso confiante e as saídas atrevidas. Sabe o que faz, e sabe fazer-nos gostar do que vemos. É insolente, mas faz-me rir. É obstinado, mas sabe o que quer. Já o Edward é uma personagem demasiado linear. É a vítima de serviço, a alminha caridosa que só quer saber do que é bom e seguro para a amada. Que homem, no seu perfeito juízo, acharia normal que a namorada beijasse um outro homem porque é humana e ama os dois? É que destas histórias de paixões simultâneas estou eu carequinha de ouvir falar e, até hoje, nenhuma delas era bem assim. Mas pronto, isto sou eu que sou a favor da monogamia. A Bella também me enjoa e eles, enquanto casal, são desastrosos. Pãezinhos sem sal. Cerveja sem álcool. Praia sem calor. Podia continuar. São monótonos e obcecados um pelo outro.
Paul Wesley e Ian Somerhalder
E continuando numa de obsessões [vampíricas] temos Stefan e Elena. Ele é, mais uma vez, o torturado, o condenado a uma vida sem alma que não deseja a ninguém. É, também, o príncipe encantado capaz de tudo para proteger a princesa, incluindo mentir-lhe; sempre para a sua segurança e em nome do seu bem, leia-se.
É a vítima de serviço, a alminha caridosa. É um enjoo - ainda que tenha episódios de rebeldia e desvio do padrão de bom menino (faz-lhe bem e afasta-o do panhonha do Edward). O irmão [mau] é giro que se farta e tem a mesma insolência e confiança do lobisomem de cima. Cativam, prendem e fazem-nos desejar que as protagonistas escolham o bad boy que, no fundo, é igualmente bonzinho e está perdidamente apaixonado.
No entanto, e se é verdade que faz parte da teoria Homens vs Mulheres o facto delas preferirem os que dão trabalho, é-o igualmente que nas histórias mais recentes o mulherio opta pelo homem certinho, sem graça e que é capaz de mover meio mundo para cumprir os seus desejos a cada segundo. Portanto, a dúvida que se impõe é a seguinte: Sou eu que tenho uma queda para os rejeitados ou são os padrões do sexo feminino que começam a mudar?
*Edward e Jacob - personagens da saga Twilght; Stefann e Damon - personagens da série The Vampire Diaries
No fim-de-semana
Jessica Alba
Duas idas ao Dolce Vita. Três tops (dois básicos). Um par de sandálias rasas prateadas. Um par de sandálias compensadas - modelo preto (12,6 cm). Um pijama da pantera cor-de-rosa. Um par de brincos (as bolinhas pérola que se perdem e são mensalmente renovadas - desta vez, com 50% de desconto: quase pensei em esgotar o stock). Duas refeições na rua.
Uma ida à praia. Um croissant com chocolate tamanho XL. Uma sandes de queijo, fiambre de peru, ovo mexido e tomate. 1,5 litro de água. 1,5 litro de tang de frutos tropicais. Batatas fritas de presunto. Uvas. Figos. Melancia. Uma tábua à central para duas pessoas: dois bifes da vazia, camarão, fruta, salada, arroz e batata frita.
A reter: não voltar a sair de casa com dinheiro.
Ainda sobre os reality shows
Fátima Lopes
Como que a corroborar com o meu último post, eis que o novo Big Brother se irá chamar “Casa dos Segredos” e será apresentado por Fátima Lopes. A cada candidato será atribuído um determinado valor. Cada concorrente terá que revelar um segredo à produção e os restantes terão de o adivinhar. Quem adivinhar recebe o dinheiro correspondente ao segredo.
Parece-me fantástico. Já era giro ficar a olhar para um grupo de pessoas a fazer ovos mexidos e a falar de iogurtes. Conhecer os seus pensamentos mais íntimos, então, parece-me genial. É o que mais me interessa na vida: conhecer os segredos de perfeitos estranhos.
Aposto que as audiências vão disparar.*
*Esta frase foi proferida sem qualquer tipo de ironia.
Vou criticar antes de ver*
Tim Gunn e Heidi Klum
Estreia já para o mês que vem, embora ainda sem data marcada. O “Projecto Moda”, como foi tristemente apelidado, perde ainda antes de começar. Para já, sabe-se que não irá haver qualquer concurso entre as modelos e que os residentes não irão coabitar durante o período dos desafios, fugindo ao formato original (de sucesso). E não, também não há Heidi Klum (nem Tim Gunn, nem Michael Kors e nem sequer Nina Garcia) o que só por si torna mais fraca a imitação. (Não me façam falar do Project Runway Canadá que se me dão voltas ao estômago).
Não sou contra as adaptações aportuguesadas do que se faz lá fora, ainda que ache que há demasiadas boas ideias cá dentro que não são ouvidas em detrimento de um sucesso já comprovado. Percebe-se. Mas há também que perceber que um formato mal copiado nunca irá passar disso, de uma cópia, e má. Não retiro valor aos nossos; nem aos participantes, nem aos apresentadores (que não o sendo, podem vir a safar-se bem) e nem sequer ao júri. As realidades são diferentes e, portanto, adapta-se consoante o que se tem. São bons nomes. Todavia, quando se parte para um desafio em que o prémio final é um estágio de 6 meses na Modalfa (??) e no qual se perde a componente quero-espreitar-e-ver-tudo-porque-neste-tipo-de-coisas-as-relações-entre-os-participantes-também-contam-e-muito, bem, nesse caso caminhamos para algo do tipo…algo do tipo de um “Achas que Sabes Dançar?”. Mau. E eu nem sou particularmente fã do programa original, mas a imitação, então, é péssima.
Há talento em Portugal. Muito. Há que explorar os programas que o descobrem, expõem e compensam. É um bom investimento, quer para quem produz, como para quem participa. Não é - pelo menos, frequentemente - enquanto compramos a fruta da semana no Continente que descobrem se somos bons designers, cantores, dançarinos, actores, escritores ou o que seja. Mas é preciso fazer as coisas bem feitas. É preciso parar para pensar. Porque um cocozinho de programa que podia ter tudo para dar certo com um outro tipo de lógica e ideias, ainda que aproveitando algo do formato, vai ser uma desilusão. Daquelas que se fala, nem que seja para ser mal. Daquelas que se vê, nem que seja para se saber do que se fala. E, sobretudo, daquelas que se espera melhor. Não presta, quando podia prestar. O objectivo mediático é cumprido. A estação fica feliz. As revistas cor-de-rosa exploram até ao tutano. E nós, bem…nós continuamos a fazer má televisão.
*...e redimir-me se estiver errada; bem assim à moda do bom português.
Eu até nem era muito a favor dos espanhóis [ganharem o campeonato]...
...pero un beso es un beso. E um destes até tem o seu "q" de romântico.
Drop Dead Diva
Brooke Elliott as Jane Bingum in Drop Dead Diva
Não sendo excepcional é, de momento, uma das minhas preferidas. A modelo morre. A advogada está para morrer. O anjo da guarda não se sabe impor. E no meio desta trapalhada a loura e magra volta à terra, num outro corpo, com um outro cérebro. O noivo vai trabalhar para o mesmo sítio e a única pessoa a saber de tudo é a melhor amiga. E pronto, é isto, mais uma história da carochinha.
Gosto tanto.
Não perca, num link perto de si.
Uns são filhos outros são enteados

Marylin Monroe
Como se não bastasse, corre o boato que para o fim-de-semana se espera chuva e trovoada. Espero que seja uma piada de mau gosto, de muito mau gosto.
Moderação nessas carteiras que o país está em crise
Mas sim, fofurinhas, eu confirmo: o grupo Inditex está em promoções. Têm a minha benção para correr até à Zara mais próxima.



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