Tempo de eleições

Em primeiro lugar gostaria de agradecer à minha família, em especial aos meus pais que me conceberam e puseram neste mundo, pois sem eles nada seria possível. Queria também deixar um beijinho aos meus irmãos, amigos, colegas, conhecidos e a todas as pessoas com quem já me cruzei na rua. Não poderia deixar de me lembrar do pessoal da Google e, em específico, dos administradores do Blogger por me incentivarem a criar uma coisa destas. Fica ainda o agradecimento a quem comenta e, sobretudo, a quem não o faz: sei que são aos milhares! Um beijinho para x, y, z....

Tem ainda algumas arestas por limar - parece-me algo repetitivo - mas o meu manager e a minha RP insistem que este é o discurso ideal para ler quando ganhar o "Super Blog Awards". Expliquei-lhes que não é nada certo, e que é até pode nem acontecer. Olharam-me escandalizados e aconselharam-me - esta é a palavra bonita e correcta para não dizer que me obrigaram - a explicar por aqui como tudo funciona. Também tinha que fazer campanha, mas desconfio que eles nem lêem o Post-it, porque não tirar a prova dos nove?

Instruções para votar em mim (ou noutro qualquer, vá):

1. Registar-se no site da Super Bock, através deste link: http://www.superbock.pt/registo.aspx. Esta fase inclui um breve questionário sobre cervejas que deve ser respondido até ao fim. É rapidíssimo.

2. Aceder ao e-mail que indicaram no registo e carregar no link de activação que a Super Bock vos enviou (pode demorar um bocadinho a chegar/ verifiquem também a vossa pasta de lixo electrónico).

3. Pesquisar o nome do blog em que querem votar (POST-IT AMARELO - é só uma sugestão) e fazê-lo. Podem também aceder directamente à página de votação através do dístico vermelho que tenho na coluna do perfil.

Simples, certo?

Então toca a exercer o direito de voto! Existem blogs óptimos inscritos e podem votar em quantos quiserem, embora apenas uma vez cada um.

Vénus e Marte...assim tão longe?


Sempre ouvi dizer que homens e mulheres são originários de diferentes planetas. Confesso que nunca dei muita importância ao tema, e que, até há bem pouco tempo, defendia uma génese comum. É claro que toda esta ideia acabou no momento em que mais um brilhante exemplar do espécime masculino me premiou com a teoria mais inacreditável de sempre. É-o de tal forma que me custa a crer que as coisas assim o sejam na realidade; mas ele tanto insistiu que vamos dar o benefício da dúvida.

(Já não me lembro como chegámos a este ponto, nem do que falávamos antes, mas sei que estava a tentar provar algo. Claro que qualquer que fosse a minha ideia caíu pelo cano abaixo, assim que o diálogo rumou para outros portos):

Eu: É assim sim. Por exemplo, já namoraste com alguma Ana?
Ele: Não sei.
Eu: Não sabes? Como não sabes? Não te estou a perguntar qual era a cor preferida dela, nem sobre os momentos que passaram juntos. Estou a falar do nome!
Ele: O que é que queres que te diga? Não me lembro.
Eu: Não te lembras? Como é que isso é possível!?
Ele: Sabes há quantos anos namoro? (Aqui entra a típica gabarolice masculina).
Eu (Entrando no jogo): Não...
Ele: Há dez.
Eu (Fazendo as contas): Há dez tinhas onze anos. Não me venhas com tangas, estou a falar de namoros a sério. Nem sequer te estou a perguntar por curtes, quantas raparigas beijaste ou seja o que for. Se bem que acho que devias lembrar-te dos nomes delas na mesma, mas tudo bem. Perguntei-te se namoraste com alguma Ana. Um namoro é uma relação, implica um compromisso, gostares de alguém. Como podes não saber o nome?
Ele: Queres que te diga o quê? Não sou como tu! É a minha maneira de ser. Se já não me interessa, apago das minhas memórias.
Eu: E como é que isso se faz? Mesmo que eu quisesse não conseguia fazê-lo. Esqueço-me das conversas, dos pormenores, até de momentos; mas não do nome da pessoa.
Ele: Pois, já te disse o que pensava! Além disso, já tive namoros de um mês ou menos. Não têm necessariamente que ser essas relações complexas que descreves.
Eu: Um mês? Isso lá é namoro!
Ele: Para mim é. E acabou esta conversa, não vamos chegar a lado nenhum.

E pronto, deixou-me assim, incrédula e sem direito a mais perguntas – que admito, eram sempre as mesmas. Continuo sem acreditar que seja possível esquecermo-nos dos nomes das pessoas com quem tivemos uma relação. É coisa de mulher, pensar assim? Homens, manifestem-se também e digam de vossa justiça. Esclareçam-me!

Grão a grão enche a galinha o papo



Ainda ontem andava eu pelos corredores de um hipermercado, a tossir, a espirrar e basicamente a contaminar toda a gente em meu redor, quando ouço uma conversa realmente infeliz entre duas mulheres. Dizia uma delas que achava “uma palhaçada todas as campanhas de solidariedade que envolviam telefonemas”. Não passavam, na sua opinião, de “um gasto de dinheiro desnecessário”. Comentava que "não era através do telefone que se ajudava alguém, isso era só para as operadoras lucrarem”. A outra, ainda que claramente mais hesitante, acabou por apoiar a ideia da amiga. Revirei os olhos e meti-me pelo corredor dos iogurtes. Porém, fiquei a pensar naquilo.

Basta ligar a televisão de madrugada para ver os programas da noite repletos de pessoas que ligam sem parar, na esperança, quase sempre vã, de ganhar um jackpot. Mas lá estão elas, noite após noite; as apresentadoras até já sabem os nomes de algunas de cor. Nem é preciso ir tão longe: os “Quem Quer Ganha” da tarde primam por um público tão ou mais desejoso de gastar grande parte do ordenado/reforma/subsídio de desemprego numa conta telefónica exorbitante. Até as rádios e os seus programas matinais lucram com a ansiedade e com o desejo de se conseguir ganhar. Não tenho nada contra, pelo contrário. É o mesmo princípio que nos leva a preencher boletins de totoloto, totobola e euromilhões: acreditar que podemos ter sorte. E numa conjuntura económica cada vez mais difícil, a sorte é cada vez mais almejada.


Mas então e a sorte dos outros? Aquela que pode depender, um bocadinho, de nós? A desgraça é alheia até chegar ao sítio onde vivemos. Ainda há pouco tempo se falava do Haiti e de repente é a catástrofe na Madeira que enche os jornais. E quando for em Lisboa? Ou no Porto? Ou aí, onde vives? É fácil distanciarmo-nos das tragédias de terceiros. É até, muitas vezes, um mecanismo de defesa, uma forma de nos continuarmos a agarrar ao que está certo e ainda corre bem à nossa volta. É um não pensar que, a curto prazo, parece ser eficaz. Mas se fosse aqui, e se fosse comigo, ia preferir que telefonassem para as linhas de apoio do que para os concursos da televisão. É marcar um número, deixar chamar e já está. Nem precisamos de nos mexer.

É claro que se o quisermos fazer há uma excelente campanha a ser desenvolvida pelos CTT, desde ontem, que tratam do envio GRATUITO de mantimentos necessários para a Madeira, como se pode ver aqui.

E nas ATM? Basta escolhermos a opção “Transferências” seguida de “Ser Solidário”, escolher a instituição que queremos ajudar, o valor que queremos transferir (tudo ajuda) e está feito. Simples. A nós pouco custa e eles agradecem. É tão fácil gastarmos 5€ num café, numa ida ao cinema, e tão difícil transferi-los para quem mais precisa porquê? A ajuda não é só em tempo de tragédias. É, por outra, mais ou menos como o Natal: quando um homem quiser.

*Fiquem as senhoras das compras sabendo que esta coisa dos telefonemas até está a resultar.
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Linha de ajuda para a Madeira: 760 100 999. Cada chamada é um contributo de 50 cêntimos. Uma iniciativa conjunta das rádios da Media Capital: Rádio Comercial, Cidade Fm, M80, Best Rock, Romântica, Rádio Clube e também Cotonete. Cada chamada custa 60 cêntimos + IVA (a diferença de custos é para as operadoras).

O blog foi às compras...


...e trouxe roupa nova. Vaidoso, até dizer chega, experimentou-a sem ordem e arrancou a etiqueta antes do previsto. Não houve tempo para ajustes, tal foi a euforia. Achava-se sem expressão, confessou-me. Isto há com cada um. Nem sequer me deixou vaguear pelos restos dos saldos. Queria coisa nova, o esquisitinho; coisa diferente. Agora é aguentá-lo assim, que tão cedo não o vejo a despir-se.  Há de ter alguma coisa a ver com a sua timidez. Ou com o tempo frio; aposto no tempo.

Cá em casa já só se ouvem assoadelas



Já gastei três pacotes de lenços de papel, já bebi chazinho, já ataquei o cêgripe e até já me enfiei na casa de banho com a água quente a ferver para inalar os vapores, como a minha mãe sempre me ensinou.

Não adiantou.

Continuo com o nariz mais entupido do que um cano estragado num cabeleireiro (por causa dos cabelos de que está cheio, perceberam? O meu sentido de humor e consequentes piadas também sofrem quando eu estou de cama, lamento).

Ainda assim há surpresa por aqui amanhã. Prometo. 

A culpa da obesidade dos portugueses é do mau tempo

É completamente impossível fazer exercício em pleno Inverno, a não ser, claro, que queiramos voltar para casa a fungar do nariz, todos ranhosos e doentes. Não há camisolas, casacos e mais camisolas que nos valham quando não é sequer fácil encontrar raios de sol. Mesmo assim, lá decidi eu acordar com os galos (a um sábado!) para ir dar uma corridinha, lembrando os tempos áureos do  Verão. Asneira. Nem é preciso dizer que não correu bem. Não só começou a chover como já antes as pistas estavam todas enlameadas e eu, como não podia deixar de ser - a trapalhice faz parte do meu charme natural - tropecei, caí e fiquei com a perna toda arranhada. E não, o desastre não acaba por aqui, já que tudo ocorreu exactamente no preciso ponto do parque em que estavam duas pessoas a conversar, as únicas duas que lá se encontravam para além de mim. Espalhei-me mesmo, mesmo à sua frente. O homem ainda me disse algo como "oh menina, tenha cuidado que o chão está escorregadio", e só me apeteceu perguntar-lhe se chegou a essa conclusão sozinho ou se foi o ter assistido à maior patinagem de sempre dos meus ténis que lhe deu alguma pista. Claro que me chateei e voltei para casa, para o meu pijama e para a minha cama. Claro.

O que eu gosto de boas notícias logo pela manhã

Vamos esquecer o incidente da Miley Cyrus (Hannah Montana) porque vêm aí Snow Patrol!




Só acho mal terem posto John Mayer estar num dia diferente, ainda por cima nos meus anos! Agora é que vai ser o cabo dos trabalhos...

Agora tragam lá The Fray também. E Bon Jovi, já agora. E Donavon Frankenreiter. Quer dizer, tive uma ideia melhor: deixem-me fazer o cartaz, vá láaaa....!

Ah. E obrigadinha pelos Muse, é claro.

Nota: Estou a falar do Rock In Rio.

August Rush (2007)

Ontem foi noite de cinema, bem debaixo dos meus três edredões. Vesti o pijama, o casaco de malha quente, pus o carapuço e enfiei-me na cama. Carreguei no on e logo a televisão exibiu o ecrã azul do DVD. Assim que o filme começou, percebi que ia gostar. É daqueles que sabem bem, numa noite assim, numa noite de Inverno.



 

E depois disto até se acorda de uma forma diferente; repleta de esperança.

Nunca pensei vir a dizer isto...

...mas gostei imenso dos sapatos amarelos com que a Betty* apareceu no segundo episódio da nova temporada! As imagens não os favorecem - e já foi o cabo dos trabalhos encontrá-las-, mas no ecrã pareceram-me muito, muito bem.

*Série: Ugly Betty (Betty Feia), transmitida, em Portugal, pelo canal FoxLife.

E as testemunhas de Jeová?



Aparecem todas queridinhas, com os xailes, os colares de pérolas e as maquilhagens perfeitas. Têm aquele ar de avozinhas de filme. Usam sempre a mesma mala preta, de outra década qualquer e umas meias de vidro que de vidro nada têm; e perseguem-nos. E depois uma pessoa dá-lhes um raspanete e ainda se fica a sentir mal. Mas a mulher era a mesma, todo o santo dia, à mesma hora e com as mesmas perguntas. Aturei-a, por três meses, bem ali à saída da estação de Santa Apolónia. Até que um dia lhe pedi para me ignorar. Perguntei-lhe se o facto de não ter estado interessada nos últimos 200 dias não lhe dizia nada ou se simplesmente se esquecia de mim, de 24 em 24 horas (tipo peixe, mas com uma duração maior). Escusado será dizer que passou a olhar-me de lado.

Para a próxima mordo-lhe

É inacreditável a quantidade de palavras que uma pessoa pode usar numa mesma frase, bem como o ritmo completamente alucinante em que são proferidas, se quiser vender algo. Não tenho por hábito ignorar distribuidores de flyres/ jornais gratuitos (até agradeço), amostras de perfumes e/ou outras; mas sou completamente alérgica aos discursos descabidos de algumas destas alminhas. Ainda no outro dia andava pelo Dolce Vita e lá se aproxima uma mulher, com umas unhas daqui à China, que me arranhou para me poder despejar um creme em cima das mãos. A minha irmã, que sofre de pele seca, aproveitou logo a deixa e estendeu também as suas. Big mistake. Aconteceu tudo numa fracção de segundos, e foi o bastante para a senhora me puxar para junto da sua bancada e carregar no play:


"Este creme é maravilhoso, o melhor do mundo. Tem de o comprar para eu ganhar uma comissão, por favor, por favor, por favor. Ainda não vendi nada hoje e parece-me suficientemente ingénua para cair nesta tanga".

Ok, estas não foram, exactamente, as suas palavras. Mas foi o que eu ouvi. O que ela disse, acreditem ou não bastante pior, foi isto:

Senhora (olhando alternadamente e com um ar estranho para mim e para a minha irmã) - São gémeas?
Eu (depois de respirar fundo) - Não...na verdade, temos quase três anos de diferença.
Senhora (muito confusa) - A sério? É que são tãooo parecidas. (Mais olhares estranhos) - Qual de vocês é que é a mais velha?
Eu (sorrindo cinicamente) - Eu...
Senhora - Ah que engraçado! (Hilariante...!) Quer dizer, dá para ver que não são mesmo, mesmo iguais (Jura!), mas têm os mesmos ares, a mesma franja, a mesma altura.... (Bem que o meu avô me dizia para me pendurar no estendal a ver se crescia).

(Silêncio constrangedor)

Senhora - Bem, o que eu queria dizer-vos é que o creme que experimentaram se vende neste fabuloso pack, que custa 49,90€ mas que agora, e só agora, está em promoção, com 15% de desconto. Fica a 25€!

(Hain..?! Algo me diz que a senhora tem problemas com os números. Deve ser o mesmo instinto que me lembra que a promoção só de agora já me foi tentada impingir no Loureshopping, há seis meses atrás).

Senhora (prosseguindo com o discurso - elas nunca param, quase não respiram) - Isto é fabuloso e nota-se que as suas unhas precisam desta lima fabulosa que tem três fabulosos lados, cada um com as suas funções fabulosas. Este, por exemplo, puxa a gordura natural da pele para a unha. É fantástico, sobretudo no seu caso, que tema pele oleosa.

Importante: a minha pele não só não é oleosa, como se tiver alguma tendência para algum dos lados é para a secura, especialmente no Inverno, com o frio. Contudo, estava sim oleosa, devido à porcaria do creme com que me besuntou as mãos que só saiu três horas depois e foi porque desisti e fui lavá-las e esfregá-las até não sobrar pitada.

Eu (exercitando o meu sorriso ainda mais cínico) - Pois, sim...que bom.
Senhora - E as suas unhas têm tanta falta de cálcio (???) e são tão amarelas (?????) que estão mesmo a precisar de ser tratadas com este kit. Parece feito para si (Parece, não parece? Para mim e para todas as outras que aqui passarem).

Nem vale a pena continuar. Reservo-me ao direito de não comentar a fuga encetada pelas gémeas assim que senhora-das-unhas-verdadeiramente-amarelas-e-compridas se distraiu. Parece mal. O que realmente importa aqui é deixar o apelo a todos vocês que vendem alguma coisa: adeqúem a conversa ao cliente, por favorzinho. É que se torna doloroso ver tanta baboseira sair da mesma boca. Esta, teve o azar de lhe calhado uma pessoa como eu, que não só arranja as unhas com frequência como as tem fortes e impecáveis. Estavam com a base transparente posta, prontíssimas para pintar mais tarde, e até isso ela me tirou. Sim, porque a mulher limou-me duas das dez unhas e ainda acrescentou: "Não sei se as prefere redondas ou quadradas, mas eu gosto mais de quadradas por isso vou pôr assim". Cheguei a um ponto em que tive que arrancar, literalmente, as minhas mãos das suas, antes que qualquer outro desastre se desse.

Resumindo: Arranhou-me, limou-me, encheu-me de creme, confundiu-me com a minha irmã-três-anos-mais-nova, acusou-me de maltratar as minhas mãos (eu!), de ter a pele oleosa, falta de cálcio e ainda me arrancou o verniz. Sou bem mais a favor dos tempos em que o cliente é que sabia.

See you next year


Descansem que não vou a lado nenhum*. Lamento qualquer sentimento de angústia, depressão e/ou tristeza que possa ter causado com o título. Foi sem intenção, podem limpar as lágrimas.

Para dizer a verdade, trago-vos (boas) notícias.  A minha cabecinha começou para aqui a congeminar, a uma velocidade tão incrivelmente estonteante que só se assemelha a um comboio a vapor - dos primeiros que apareceram - e, depois de verificar que continuam a chegar respostas a isto, quer através de comentários, quer por e-mail, lembrou-se de que poderia ser coisa gira reuni-las e publicá-las daqui a um ano. Dia 11/02, mais precisamente, que foi a data em que a pergunta foi lançada. É só para saber quem são as marias-vai-com-as-outras e os de ideias fixas, não tem absolutamente nada a ver com o facto de eu andar com demasiado tempo livre.

E agora vou só ali à cozinha fazer doce de bolacha, mousse de chocolate (branco e preto) e duas quiches para o lanche da irmã, amanhã. Vou só ali e já volto.

*Excepto à cozinha, como já se devem ter apercebido

Ainda dizem que tempo de festas é em Dezembro


A minha irmã lembra-se sempre das coisas mais estapafúrdias nas piores alturas. Neste 2010, decidiu fazer anos logo hoje, como se a época já não andasse suficientemente marcada por festividades. Em plena temporada de Carnaval lá vou eu andar a fazer de motorista, e sem máscara note-se, que a minha noite irá estar ocupada com o transporte dos mais novos - que já acham que são velhos - e tempo para fatos e serpentinas nem vê-lo. É a alegria dos meus pais, que não me vendo vestida de pipi das meias altas, anjinho ou barbie, caem na  ilusão de que cresci. Para o ano já os tramo.

Nota: Fui às compras com ela, para que a menina pudesse ter algo novo para vestir hoje. Adorei umas calças. Comprou-as. Gostei imenso de um casaco. Comprou-o. Olhei para uma mala. Sacou logo da carteira. E agora, que eu fiquei com o bichinho das coisas a chamar por mim, sou a imitadora se as for buscar. É preciso ser boa irmã!

Parabéns S.!

14 coisas sobre o dito cujo*


1. Recebo-o sempre com um sorriso.
2. Deixo-o ir, porque sei que volta.
3. É bonito.
4. Pode não ser o melhor dos melhores, mas reconheço o seu potencial.
5. O frio não o impede de aparecer. Promete e cumpre.
6. Sei que posso sempre contar com ele para receber um mimo.
7. É um bocado piroso.
8. Não se importa de o ser.
9. Não liga muito se estou despenteada, de pijama, sem maquilhagem e cheia de olheiras.
10. Não é egoísta.
11. Cheira-me que se cansa com os exageros que nada têm a ver com a sua natureza.
12. Gosta de agradar.
13. Chega sempre presunçoso, com a mania de que todos irão falar sobre ele, quer sejam fãs ou opositores. E não é que acaba por ter razão?
14. Não preciso que exista para ser feliz, mas não me importo de o ter por cá.

14 coisas (minhas) sobre * Dia dos Namorados.

"Honestly, if you're not willing to sound stupid you don't deserve to be in love." (Amanda Peet como Emily Friehl em A Lot Like Love, 2005)

Os 15 edifícios mais incríveis do mundo*

De vez em quando (muito de vez em quando), a minha irmã faz-me chegar à caixa de correio electrónico coisas giras, assim como estas:


Gosto particularmente do dos livros, achei-lhe um piadão. Aqui para nós, que ninguém nos ouve (ou lê), para a próxima as fotos podiam era trazer legenda, não vos parece? Assim só, se não for pedir muito....

Nota: cliquem nas fotos para as ver na sua totalidade.

*O título não é meu, mas do e-mail que me chegou, sem identificação das suas origens.

Hoje apetece-me perguntar #4



Se tivesses que descrever o teu blog em 3 palavras, a alguém que não o conhecesse, quais seriam?

Nem uma, quanto mais duas!

Há uns tempos atrás fui passar um mês inteirinho a Itália, no âmbito de um curso da língua. Foi, provavelmente, uma das melhores experiências da minha vida. Porém, o que cedo se transformou num "nem-quero-acreditar-que-já-é-hora-de-ir-para-casa" começou como um autêntico pesadelo. Saí de Portugal pronta para a aventura, com a segurança de uma cara conhecida ao meu lado, amiga e colega de curso. Tirávamos fotos por tudo e por nada e ainda hoje a minha máquina guarda os nossos pés, no aeroporto de Madrid, onde esperámos pelo voo para Roma que chegou com mais de duas horas de atraso. Enquanto aguardávamos, sentámo-nos e observámos malas que caíram dos carrinhos que as transportavam para os aviões, e que ninguém foi apanhar. Sentimos as horas passar e o receio de não chegarmos a tempo ao nosso destino, gradualmente. Tínhamos um transfer à nossa espera no aeroporto, já negociado a muito custo, dado que iríamos ser as únicas pessoas a chegar ao fim da tarde. Sim, é verdade, Brasil, Inglaterra, Polónia, Costa Rica, e tantos outros quantos possam imaginar, aterraram bem antes de Portugal e limitaram-se a ficar de castigo, à nossa espera, porque a demora prevista não seria grande. A questão é que nestas coisas não podemos fiar-nos no previsto.

Os nossos estômagos, aos quais já não dávamos atenção desde o pequeno-almoço em Lisboa, começavam a queixar-se. Não tínhamos gostado de nada em Espanha e nem sequer nos tinha passado pela cabeça que tivessemos de esperar tanto tempo até voltarmos a ver comida. No avião pagámos - bastante por sinal - por um pacote de ruffles dos pequenos que dividimos com uma rapidez inexplicável. Ingénuas e sem grandes preocupações só pensávamos: "Bem, azar o deles se já tiverem partido. É da maneira que temos tempo para jantar sem que ninguém nos pressione".

E pronto, lá acabámos por aterrar, tarde e a más horas. Houve uma altura em que pensámos que íamos ser felizes. Bastava-nos adormecer no autocarro, durante 4 horas, para acordar na aldeia da escola. É claro que nada é assim tão fácil e a minha mala decidiu não aparecer. As pessoas, que tinham esperado por nós mais do que deviam, decidiram não continuar a fazê-lo. Os funcionários, que nos poderiam esclarecer, evaporaram-se; e os restaurantes, para matarmos a fome, pura e simplesmente não existiam. Encontrámos a mala, uma hora mais tarde, espalhada e abandonada noutra ponta do aeroporto.

Resultado: era quase meia-noite quando nos apercebemos de que não tínhamos onde dormir. Pensámos em pernoitar no aeroporto, o que acabou por não se revelar uma opção, já que se encontrava praticamente deserto. Sim, estava aberto, mas tudo o que nele existia estava fechado, e bem fechado. Assim que um segurança insistiu para nos dar boleia e nos levar para uma pousada que conhecia lindamente achámos por bem fugir dali para fora. Os hotéis atendiam as nossas chamadas com vozes automáticas que nos pediam para telefonar no dia seguinte. Desistimos. Quase. Vimos uma mulher entrar num elevador e, quando percebemos que não só era portuguesa como que estava de volta a Portugal, desejámos ardentemente caber nas suas malas e acabar com a aventura que não tinha começado. Não foi preciso. Uma alminha mais inteligente lembrou-se de nos dizer que afinal existia um hotel tão, mas tão perto que havia ligação até por dentro do aeroporto. Esqueceram-se foi de nos dizer que era um Hilton. Àquela hora nem quisemos saber e pagámos por um conforto de que mal usufruímos. Cheguei à recepção, com os 18 anos acabados de fazer, e quase em bicos de pés pedi um quarto. O senhor - giro que só visto - perguntou-me pelos meus pais e lá saquei eu do B.I, como já estou habituada a fazer. Estava incluído o pequeno-almoço que tomámos às seis da manhã, logo antes de termos apanhado os dois comboios que nos levaram à aldeia que os italianos da cidade não conheciam. Lembro-me que perdemos um deles, o segundo, embora tenhamos chegado à estação com uma hora de antecedência. O problema é que as máquinas não vendiam bilhetes para o nosso destino (como para muitos outros) e só havia uma senhora a atender todas as pessoas que precisavam de comprar o ticket. Saibam que se tivéssemos perdido também este só poderíamos tentar de novo no dia seguinte.

Sobre a viagem e as suas peripécias muito mais haveria a contar, mas é conversa para outra altura. O que eu hoje descobri, e que me fez viajar nas memórias até esse dia, foram estes miminhos (ver fotos  em baixo) que embora me façam lembrar caixões - ainda que modernos - me levantam algumas dúvidas. Por exemplo: se estiver uma pessoa na fila para dormir, logo a seguir à que está lá dentro, os lençóis são trocados? E se o trinco se avariar, ouvem-nos cá de fora? E as camas? Em cima e em baixo é suposto ficarem desconhecidos? Se um deles ressonar há livro de reclamações?


O que é certo é que se houvesse disto em Roma, já há uns anos atrás, eu não teria hesitado em saltar lá para dentro. Nem pensava duas vezes.

Eu li #1

Há uns tempos li Dezanove Minutos de Jodi Picoult. Adorei. Mais tarde, vi no cinema Para a Minha Irmã e descobri que era uma adaptação de um dos livros da mesma autora. Outra história difícil, mas igualmente cativante. Por isso, quando sexta-feira passada deixei os olhos divagarem pelas estantes do Continente que anunciavam descontos do Dia dos Namorados, com letras grandes e chorudas, em determinada selecção de obras; fixei a atenção no ponto exacto da "Literatura Estrangeira" que estava sem promoções. Desta vez, trouxe Frágil que devorei no fim-de-semana. Já estava à espera que mexesse comigo, mas não tanto. Ao contrário dos anteriores, neste há um final que me incomoda. E porque já passaram umas valentes horas desde o seu fim e eu ainda ando na Internet a pesquisar informações sobre o tema, porque a história acabou mas eu fiquei a pensar no depois, porque já o li mas sei que daqui a uns tempos estou a pegar-lhe de novo, achei que valia a pena vir aqui recomendá-lo. Só não o aconselho a quem tenha filhos pequenos e doentes; ou àqueles que simplesmente são sensíveis a estas coisas. Não é literatura de fim de tarde, nem um livro para descontrair.

Frágil, Jodi Picoult
Contracapa:

"Tudo pode quebrar. Mas algumas coisas doem mais do que outras.

Willow, a linda, muito desejada e adorada filha de Charlotte O’Keefe, nasceu com osteogénese imperfeita – uma forma grave de fragilidade óssea. Se escorregar e cair pode partir as duas pernas, e passar seis meses enfiada num colete de gesso. Depois de vários anos a tratar de Willow, a família enfrenta graves problemas financeiros. É então que é sugerida a Charlotte uma solução. Ela pode processar a obstetra por negligência – por não ter diagnosticado a doença de Willow numa fase inicial da gravidez, quando ainda fosse possível abortar. A indemnização poderia assegurar o futuro de Willow. Mas isso implica que Charlotte tem de processar a sua melhor amiga. E declarar perante o tribunal que preferia que Willow não tivesse nascido..."

Fonte: http://www.dmagia.net/passatempos/142.html

Porque é que quando eu espirro ninguém faz disso notícia?


Eu cá ando muito preocupada com certas e determinadas coisas. Estudei durante uma data de anos - não estou a reclamar, ainda não me fartei - para depois olhar para a TV e descobrir que não sei patavina (estava doida por usar esta palavra). Tantas vezes que repeti, escrevi e ouvi o que eram critérios noticiosos, para depois nenhum corresponder à realidade do que vejo e leio. Entendam que ando confusa e frustrada. O auge da coisa foi ontem atingido. Pedro Abrunhosa cai em directo. Até sonhei com as manchetes dos jornais, mas parece que não me fizeram a vontade; o que não interessa, porque, e muito a propósito desta conversa, não é preciso aparecer no jornal para ser notícia.

Ainda o programa não tinha terminado e já havia pelo menos TRÊS grupos no Facebook, criados sobre a causa, sendo que pelo menos um deles já contava com 1200 utilizadores. O vídeo* já estava no Youtube, repleto de palpites. Tive medo de espreitar o Twitter, mas já percebi que se alastrou aos blogs. Nunca tinha pensado como é importante estar sentada no sofá a ver TV com o portátil na mão, mas lá está, pelos vistos não aprendi nada. Não me passaria pela cabeça criar um grupo chamado "Eu vi a queda em directo", mas pronto, eu é que não sou criativa. A última coisa que fiz antes de ir dormir não foi ir visitar e comentar um vídeo de algo que já tinha visto, mas vá...devo andar a dever à inteligência! O Pedrito é que a sabe toda, logo viu que era torcer um bocadinho o pé e pronto, já está na boca do mundo, à espera de vender muitos mais cds do que antes do incidente. Até eu estou para aqui a escrever sobre isto!

Enfim.

Quando eu caio nas escadas do metro ou tropeço nos passeios e poças de água as pessoas tentam não se rir, mas talvez se rapar o cabelo e andar sempre de óculos escuros se crie um movimento com o meu nome.

Só espero que ele não se tenha aleijado. Era chato ficar com uma nódoa negra.

* Correcção: fui buscá-lo para este post e reparei que não está lá um vídeo, mas para cima de 10. IGUAIS.

Também quero responder


Devo admitir que fiquei algo surpresa com as vossas respostas a esta pergunta. Não porque não concorde, em grande parte, com o que foi dito, mas porque esperava uma maior divisão de opiniões. Isto dos blogs é coisa gira, engraçada mesmo. Tanta gente que se encontra neste mundo virtual, tantas pessoas, de tantos lugares; tantas formas de pensar diferentes e, no entanto, aqui praticamente todos com a mesma opinião. Ora, pus-me a pensar: se há uma tendência tão forte para um dos lados, por alguma razão será. Por momentos, fiz tábua rasa das minhas convicções e imaginei o que vos passaria pela cabeça. Cheguei lá e compreendi perfeitamente.

A verdade é que eu não saberia como responder à pergunta e o que me admirou foi perceber que todos vocês tinham certezas muito maiores do que eu no que diziam. É certo que cada vez há mais pessoas a acharem que sabem escrever ou, por outra, mais livros de não-escritores a serem publicados. Umas vezes porque aparecem na TV, outras porque são casados com x ou y e, como bem referiram, até porque têm um blog e dele fazem uma edição em papel. Não quero fazer generalizações abusivas porque há com certeza quem se aproveite e ainda assim se inclua nestas situações: se gosta de escrever tem mais é que agarrar a oportunidade que o momento a, b ou c lhe proporciona. E é por isso, talvez, que me divida na altura de escolher. Não estou no mundo literário e sem qualquer experiência com alguma editora não posso afirmar que cada vez seja mais fácil publicar, embora as prateleiras de livros da fnac, bertrand e hipermercados nos possam convencer do contrário. Todavia e, mais uma vez, como muito bem foi dito, os blogs são ferramentas que dão a palavra a cada um de nós, a cada um que a queira ter e deixa de ser precisa uma prateleira para que os nossos escritos existam.

Lembro-me perfeitamente das discussões ao longo do meu curso sobre o fim dos jornais com as novas tecnologias. "Agora, qualquer um pode ser jornalista, basta pertencer ao mundo virtual. Os blogueiros avançam notícias em tempo real, comentam-nas, criam debate no espaço público. Para que vai, então, servir um jornal que já está desactualizado no momento em que está a ser escrito?". Sempre defendi a  complementaridade dos meios e não a sobreposição de um. É impossível, por exemplo, fazer jornalismo de investigação online: requer um tempo que a efemeridade da internet não consegue possibilitar. Requer esforço, dedicação e tudo aquilo que vai contra a cultura da rapidez. Por outro lado, visitamos os sites dos canais televisivos e dos próprios jornais e temos complementos actuais e a toda a hora daquilo que já foi dito. São simples actualizações, importantíssimas, mas actualizações.

Não sei se há cada vez mais escritores ou mais gente a achar que o sabe fazer. Mas sei que este tipo de plataformas sociais online permite-me, entre outros, descobrir quem o faça muito bem, e nem por isso precise de ter livros publicados (ainda que, na minha opinião, alguns devessem). Contudo, também  o bom blogueiro deve ser aplaudido, sabendo ou não escrever (não me estou a referir a erros ortográficos, mas a um dom), porque para ser bom basta ter algo a dizer que outros queiram saber, independentemente da temática. As coisas não se devem misturar, porque uma não rouba espaço a outra. Não é preciso ser escritor para ter um blog, mas é preciso escrever para o manter*. Não é preciso ter um blog para publicar um livro, mas pode-se publicar um livro a partir de um blog. Não é preciso ter o dom da escrita para criar um blog, mas devia ser preciso tê-lo para criar um livro. E estas são as únicas três certezinhas que tenho. Tudo o resto, é discutível.

*À excepção dos fotoblogs ou blogs que sobrevivem apenas de imagens.

Resta-me esperar de mau humor


Andei mais ou menos duas semanas com uma borbulha horrorosa mesmo em cima do lábio, do lado esquerdo. Nem com correctores e cremes lá ia, não havia simplesmente como disfarçá-la. Mas, tudo bem, era só uma borbulha, haveria de passar. Passou. Uma semana inteira de pura felicidade. Até que a segunda-feira  nasce novamente e, agarrada a ela, como uma carraça incomodadiva, aparece-me a mesma borbulha, 5 vezes maior, no mesmo sítio, mas do lado direito. Nem é preciso dizer que estou tentada a declarar-lhe guerra. É que uma coisa é andar para aqui a gozar com a minha cara durante uns tempos, eu nem reclamo (muito). Não costumo ter nada na pele e uma vez ou outra não mata ninguém. Agora, andar a saltitar descaradamente de um lado para o outro só para me deixar os nervos em franja é coisa que me irrita. Não fosse ter brotado da minha pele e lá se ter instalado e já lhe tinha dado um valente banhinho de insecticida. Assim, não há nada a fazer.

Nota: este blog está prestes a sofrer grandes transformações de imagem.

Hoje apetece-me perguntar #3


Há cada vez mais escritores ou mais pessoas a achar que sabem escrever?

Sim, eu aceito

O meu pai - que devo dizer que é um querido, dadas as recentes ameaças de censura aos meus posts - arranjou-me um computador novinho, que não bloqueia, não embirra e não se desliga sem ordem em contrário. Para todos vocês que tiveram a sorte de não me ver/ouvir/ler resmungar sobre o PC do passado posso elucidar-vos dizendo apenas que a criatura dava estalinhos constantes e ficava sem imagem quando bem lhe apetecia. Com uma memória RAM muito, muito fraquinha e um disco rígido que mais valia trazer uma manivela em anexo, executar qualquer tarefa, por mais simples que fosse, era o cabo dos trabalhos. Para completar, euzinha, com a mania que posso entupir até explodir, enchi-o de séries, filmes, programas de imagem e vídeo, e tantos mais. Um dia fartou-se e decidiu que não eramos compatíveis. Eu já lá tinha chegado, mas enquanto ele teimasse não havia nada a fazer - quase todos os meus bens têm vontade própria; sendo que o "meu" carro é o que tem o feitio mais difícil, mas lá iremos noutro post.

Por fim, o divórico foi concedido e hoje posso dizer que sou uma mulher feliz com a minha actual torre (o monitor manteve-se). É um casamento que ainda está a dar os primeiros passos, mas, para mim que não sou esquisita, qualquer computador que tenha memória suficiente para abrir o leitor de dvds - sim, o outro recusava-se a algo tão simples - tem potencial para me deixar com um sorriso parvo na cara.

Nota - Vi "Boneca de Luxo" no outro dia. É uma vergonha que ainda não o tivesse feito. Adorei e recomendo.

Gossip


Afinal ela também canta, por pouco tempo e com uma voz a tombar para o electrónico, mas está ali para os microfones. Só eu é que não sabia?

Cães e comida; não no mesmo prato, espero eu!



Ultimamente apetece-me comida japonesa. Todos os dias, em várias ocasiões. Ora tal não poderia ser mais estranho, dado que nunca a experimentei. Por isso, venham daí opiniões sobre sushi e sashimi, que tudo o que posso dizer sobre algo do tipo é que um dia conheci um cão com os mesmos nomes, como primeiro e último. Fazia xi-xi por todo o lado, mas era branquinho, fofinho, daqueles que parecem saltar do ecrã a meio de um anúncio de papel higiénico. Não havia como não gostar.
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